Um rico manancial de dados está disponível no estudo “Indicadores Sociodemográficos da População Idosa residente na cidade de São Paulo”, realizado pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de São Paulo por meio da Coordenação de Políticas para Pessoa Idosa. A publicação traz 27 indicadores, sendo onze na dimensão Características Demográficas, seis em Condições de Vida, quatro em Condições de Habitação e seis na dimensão Condições de Saúde. Foram analisados 96 distritos da cidade de São Paulo. O objetivo é abastecer de dados os agentes públicos, profissionais do terceiro setor, estudantes, acadêmicos, jornalistas e demais interessados em conhecer as condições de vida da população idosa residente no município.

A íntegra do estudo está disponível para download aqui: Indicadores sociodemográficos da população idosa residente na cidade de São Paulo.

Os dados que revelam, por exemplo, que a proporção de idosos passou de 11,9 em 2010 para 15,2 em 2019; que os idosos em São Paulo têm em média 70,1 anos de idade e que a proporção de idosos com 75 anos ou mais caiu de 28,2 em 2010 para 24,6 em 2019, no que diz respeito as Características Demográficas. Quanto às condições de vida do idoso, a proporção de idosos analfabetos atinge em alguns distritos mais de 25%, e a diferença entre os distritos na expectativa de vida ao nascer chega a 14 anos na cidade de São Paulo.

“A iniciativa da elaboração deste material é fundamentada na concepção de que o processo de construção de indicadores estimula a reflexão da comunidade composta de diferentes atores sociais sobre a realidade local, promovendo espaços de aprendizado, empoderamento humano e o protagonismo da pessoa idosa”, afirmou a coordenadora de Políticas para Pessoa Idosa, Sandra Regina Gomes.