Atualização científica

Conflitos e desafios em tempos de pandemia – mediar é preciso

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Alessandra Negrão Elias Martins

Advogada colaborativa; mediadora judicial e extrajudicial; especialista em direito civil e direito processual civil pela Escola Paulista de Direito; mestra em gerontologia social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP); autora do livro Mediação Familiar para Idosos em Situação de Risco (Ed. Blucher); docente e palestrante em cursos de mediação e direitos da pessoa idosa; sócia-fundadora do Mediando Gerações. E-mail: alenemartins@gmail.com

Marilia Fiorezzi Taborda Vieira Sanches

Terapeuta ocupacional especialista em gerontologia; mestranda em gerontologia pela EACH-USP; docente e palestrante em cursos de especialização e pós-graduação em gerontologia; formadora de cuidadores formais de idosos; idealizadora e gestora técnica de centro-dia para idosos, integra o grupo de trabalho sobre centros-dia (GTCD). E-mail: vsanches.marilia@usp.br

 

Introdução

A humanidade tem experenciado ao longo de sua história períodos impactantes que, de algum modo, nos levam a refletir e impulsionar novas atitudes e comportamentos que conduzem à superação de problemas e direcionam o homem à evolução. Como exemplos de períodos marcantes podemos citar as duas Guerras Mundiais, no século XX, que geraram perdas e sofrimento, mas também desencadearam a criação da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Banco Mundial, em razão das mudanças econômicas (Gaspar, 2015).

Situação semelhante se observa em relação às doenças que se espalharam pelo mundo conforme o homem se alastrava explorando novos continentes e oportunidades. As chamadas pandemias acompanham a evolução da humanidade e, se tempos passados nos conduzem a aprendizados, também mostram novos desafios. A definição de pandemia é, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2020) a disseminação de uma nova doença que se espalha por diferentes continentes por meio de transmissão sustentada.

Em 11 março de 2020 a OMS decretou a pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus Sars-Cov-2 (OPAS, 2020). Desde então, a população mundial enfrenta inúmeros desafios para proteger a vida e conter a doença. Entre os grupos considerados mais suscetíveis à Covid-19 estão os idosos (60 anos e mais) com maior probabilidade de complicações e óbito e os idosos muito idosos (80 anos e mais).

Este artigo traz reflexões interdisciplinares e possibilidades dialógicas para os novos cenários ocasionados pela Covid-19, tais como conflitos, violência, convivência intrafamiliar e intergeracional e os cuidados em tempos de pandemia, e sobre como a mediação de conflitos pode auxiliar em cenários de crises coletivas, oportunizando uma comunicação mais efetiva e atitudes colaborativas.

 

Desenvolvimento do tema

Em face da gravidade da pandemia causada pelo coronavírus, novas realidades passaram a fazer parte do cotidiano da população mundial: quarentena, com isolamento e distanciamento social – e em alguns lugares o lockdown (fechamento total de uma cidade ou país) –, obrigatoriedade de implementar protocolos sanitários, (como uso de máscaras, lavagens das mãos, uso do álcool em gel), restrições parciais ou fechamentos totais de serviços essenciais, entre outras medidas para conter a disseminação da doença e preservar vidas.

Conforme informações da Organização Pan-Americana de Saúde (2021), as vacinas já aprovadas em caráter emergencial têm resultados preliminares encorajadores. Mas a entidade alerta que, embora elas possam ajudar a controlar a pandemia, não resolverão tudo; se persistir a crise da Covid-19, continuarão as medidas protetivas para que o vírus não se espalhe e cause mais mortes: etiqueta respiratória, distanciamento de pelo menos 1 metro de outras pessoas e, quando não for possível o distanciamento, permanecer com o uso de máscaras, medidas individuais fundamentais sobretudo quando mutações do vírus já têm sido identificadas.

Todos os contextos mundiais, locais e territoriais foram afetados. Com inúmeros protocolos a serem seguidos, cada país foi desenvolvendo estratégias próprias para conter o vírus, para diminuir a letalidade ou impedir colapsos e aparelhar os sistemas de saúde, adotando diferentes abordagens, medidas estas implementadas muitas vezes sem tempo hábil para reunir profissionais e fazer um estudo de aplicabilidade local.

Os efeitos da pandemia atingem todas as gerações e com maior gravidade as pessoas idosas, por questões como fragilidade e comorbidades. Esse fato, altamente disseminado por órgãos de saúde e veiculado incessantemente pela imprensa, transformou a população idosa num alvo ainda maior para o preconceito etário (idadismo ou ageísmo), acentuando a invisibilidade dos direitos fundamentais dessa faixa etária, conforme aponta KLEIN (2020):

Es lo que se percibe en el escenario político del COVID-19: el adulto mayor comienza a ser tratado de vuelta como “viejo” y asociado a políticas de decrepitud. De esta manera, las políticas emanadas del COVID-19 son exitosas porque no se está pensando al adulto mayor como ciudadano que opta, sino como un ser en peligro, desde una imagen fatigada, decrépita, de riesgo. Debe ser confinado. Y es por su propio bien, se agrega. Y además: no se discute.

Além disso, a heterogeneidade que representa essa parcela da população, com diversas velhices, ativas, autônomas e outras mais frágeis ou dependentes de cuidados, foi relevada, consequentemente desconsiderando princípios fundamentais como autonomia e independência. Ressalte-se o reforço constante de que é crime discriminar a pessoa idosa, e seus direitos são prioritários conforme artigos 3º e 96 do Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741 de 2013).

Os tristes efeitos dessa pandemia, com altos índices de letalidade e de pessoas que se contaminaram, com repercussões nos contextos de saúde, social e econômico, influenciam o dia a dia dos indivíduos e de suas famílias. Como na população idosa brasileira se verificam adultos dependentes da renda de seus familiares idosos, a situação se agravou com os afastamentos, o falecimento precoce, com protocolos para processos de luto (conforme Portaria Conjunta N º 1 do Conselho Nacional de Justiça e do Ministério da Saúde, 2020), além das dificuldades com questões jurídico-financeiras e os casos de demissões geradas pela crise econômica subjacente à pandemia.

Diante disso, Camarano (2020) questiona como as famílias brasileiras com idosos se organizam em relação ao envelhecimento, já que muitos deles são os principais provedores geracionais e contam com menos ajuda do Estado. Ela destaca questões desafiadoras potencializadas em situações de crise. A família, em seus diversos arranjos e gerações, ainda é vista como o principal apoio e responsável pelos cuidados e colaboração em um “conflito cooperativo” em prol do “bem-estar coletivo”. A autora também reforça como a população idosa ainda padece do reconhecimento da importância do seu papel familiar e é duplamente vítima dessa crise provocada pelo coronavírus, seja pelas perdas de empregos ou pelas mortes.

Como a pandemia afeta cada vida humana e cada idoso é um universo de possibilidades, inúmeras realidades podem ser exemplificadas, como idosos que viviam sozinhos e passaram a conviver com filhos e netos, idosos independentes que permaneceram em suas casas isolados dos demais familiares, idosos cuidadores de filho ou cônjuge também idoso, idosos que interromperam repentinamente as rotinas de cuidados em equipamentos como centros-dia, instituições de longa permanência (ILPI), idosos com tratamentos e/ou cirurgias suspensas, bem como alterações nos cuidados de todo tipo.

Com relação às adaptações em equipamentos de cuidados, a Nota Técnica da Anvisa Nº 05/2020 “orienta as Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) para a prevenção e o controle de infecções pelo novo coronavírus (SARS-cov-2), a fim de evitar a disseminação do Covid-19, nesses espaços” – com cuidados como a  educação e o treinamento da equipe para o uso de equipamento de proteção individual (EPI) e dispositivos de proteção respiratória, cuidados com os ambientes de uso comum, cuidados com a comunicação entre a equipe, pessoas idosas e familiares, com a suspensão de visitas e utilização de estratégias e contatos virtuais para favorecer a comunicação, entre outras orientações. (Giacomin, 2020).

É fundamental ressaltar a importância da manutenção da independência e autonomia do idoso e o combate à discriminação e a atenção para que o distanciamento não se torne segregação social do idoso, com prejuízo à saúde mental e ao bem-estar. É necessário reforçar neste período tanto a individualidade da pessoa que envelhece bem como a complexidade e a diversidade que o processo do envelhecimento apresenta, garantindo as adaptações imprescindíveis ao cumprimento das normas protetivas e o acesso aos cuidados.

Os conflitos impactam nos aspectos pessoais, relacionais, estruturais e culturais, e metodologias transformadoras aos impasses podem provocar mudanças, minimizar comunicações disfuncionais e maximizar a compreensão mútua, ao incluir e elucidar receios, esperanças e objetivos relacionais dos envolvidos (Lederach, 2012). Muitos conflitos surgem em tempos de crises coletivas em que as pessoas ficam mais fragilizadas. Alguns exemplos de conflitos familiares surgidos nesse período são elencados aqui:

– Dificuldade para conversar sobre as questões relacionadas à Covid-19 e aos protocolos de segurança e proteções;

– Manutenção dos protocolos necessários para a prevenção da doença, como distanciamento e isolamento social;

– Conflitos na preservação da autonomia da pessoa idosa para a escolha do seu cuidado quando necessário ou qual a melhor forma de organização da rotina para cumprimento dos protocolos para prevenção da Covid-19;

– Convivências intergeracionais, quando várias gerações passam a conviver por mais tempo em um ambiente coletivo e encontram dificuldades para se organizar;

– Conflitos relacionados a desrespeito à autonomia do familiar idoso em tomadas de decisões e autocuidados;

– Em situações de idosos dependentes de cuidados – cuidadores informais (familiares, amigos, vizinhos) e/ou cuidadores formais (remunerados) que tiveram que implementar protocolos de atendimento e reorganizar os planos de cuidados para garantir segurança e proteção à vida e à saúde do idoso, podendo encontrar dificuldades em suas funções;

– Conflitos na família entre o cuidador principal e os cuidadores secundários, a fim de reorganizar a rotina de cuidados lidando com outras tarefas domésticas que se impõem (desinfecção de ambientes, por exemplo), entrada e saída desses no ambiente domiciliar onde se encontra a pessoa idosa, entre outras tarefas diárias;

– Familiares idosos institucionalizados e as novas rotinas para o acompanhamento familiar à distância, com oferta de comunicação por meio de tecnologia ou de visita à distância (da calçada ou através de uma janela), entre outros exemplos.

Outra situação geradora de conflitos que merece destaque se refere à possibilidade da mediação em contexto de cuidados paliativos, que demandam integração entre familiares e equipes multiprofissionais para acompanhamento e negociaçãodos cuidados, casos que também chegam para as mediações, como meio para a reorganização de rotinas e a colaboração familiar.

Todas essas questões exemplificam rotinas comuns de muitas famílias com idosos, em que são necessárias novas construções, alternativas, diálogos e colaborações para que uma nova organização seja possível, sem desatender os direitos fundamentais da pessoa idosa à vida, à saúde, à dignidade, ao respeito como sujeito de direitos (artigo 1º Estatuto do Idoso), alinhados à solidariedade intergeracional. Na presença de familiares idosos dependentes, os cuidados também necessitarão ser reestruturados, com mudanças passíveis de adaptações conforme a rede de suporte e o ambiente.

Os conflitos e as dificuldades que os familiares encontram são multifatoriais, levando à necessidade de acompanhamento multiprofissional das áreas de saúde, assistência social, jurídica e psicológica, entre outros. A mediação faz interface com todas as áreas envolvidas, sendo uma alternativa na busca de soluções das questões mapeadas e envoltas em dificuldades relacionais e de comunicação. No caso de conflitos que envolvem a pessoa idosa, é fundamental no processo de mediação compor a rede de apoio e interagir com ela.

Dessa forma, a mediação de conflitos é um método autocompositivo de solução e prevenção, no qual são trabalhadas as melhoras da comunicação, das relações, das convivências e dos cuidados. O diálogo faz parte do processo da comunicação e busca construções de relacionamento entre pessoas que compartilham experiências, vivências, ideias e informações referentes às questões comuns que experimentam, colaborando também com contextos coletivos para que grupos cheguem a melhores compreensões (Schirch e Campt, 2018).

A mediação busca trabalhar ou restabelecer o diálogo, com a participação de todos, como um caminho para encontrar soluções centradas em possíveis ganhos conjuntos e cooperação, com uma visão positiva do conflito pela sua administração e pela participação de um mediador para facilitar a comunicação (Sales, 2010), imprescindível em tempos de crise coletiva.

Toda família, sendo entendida como um sistema de relações e gerações, sofre com os impactos da pandemia, que também tem efeito sistêmico, uma vez que envolve todos os núcleos sociais de modo extremamente complexo. Assim, a mediação é uma forma de mútuo cuidado para as pessoas conversarem sobre diversas questões que vivenciam, buscar negociações de interesses e possíveis soluções. Com relação ao familiar idoso, fundamenta-se em seus direitos e no bem-estar coletivo da família.

Como ser de cuidado, o ser humano coexiste com os outros em relações de “com-vivência”, “inter-ação” e comunhão (BOFF, 2017). Em tempos de pandemia, tanto o autocuidado como os cuidados coletivos foram intensificados, acentuando-se a importância do olhar atento para quem cuida em seguir todos os protocolos de saúde, a fim de se manter saudável para poder exercer suas atividades.

A comunicação e os cuidados à distância passaram a fazer parte ou foram ainda mais intensificados nesse momento – telefonar diariamente, realizar chamadas de vídeo, participar de reuniões on-line, entre outros meios digitais que se somaram ao cotidiano das famílias, para ampliar o diálogo e a interação social, diminuir a distância física e manifestar uma forma de cuidado para minimizar os efeitos deletérios da pandemia.

A mediação acontece realizada por mediadores independentes em contexto privado ou em contextos públicos. No âmbito do Judiciário, desde 2010, com a Resolução 125 do Conselho Nacional de Justiça, passou a ser uma Política Pública de Tratamento adequado de conflitos com a criação dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) para as mediações. Com a pandemia da Covid-19, as mediações públicas e privadas passaram a ser realizadas on-line pelas plataformas digitais.

Deve-se considerar que as famílias já buscavam as mediações em diversos outros assuntos, como em planejamentos ou em conflitos sucessórios. Com a pandemia, essas questões surgiram em novo formato, com o lutos precoce, o sofrimento das famílias que perderam seus membros de forma repentina, impedidas de realizar os ritos fúnebres, requerendo providências sucessórias que precisam de organização e colaboração de todos os envolvidos, muitas vezes originando novos conflitos familiares (NOAL e DAMÁSIO,2020).

Em todos esses contextos de inúmeros desafios e impactos, as vivências e administrações dos conflitos, quando possível, podem ter aspectos positivos, ao tornar as famílias mais fortalecidas e unidas para superar barreiras e adotar estratégias e soluções que atendam a todos. Com relação à pessoa idosa, é imperioso considerar seus direitos humanos fundamentais, sua autonomia em tomadas de decisões e, quando dependentes de cuidados, assegurar acesso ao que lhes garanta dignidade.

Conclusões

A pandemia pela Covid-19 impôs ao mundo uma nova maneira de exercer saúde, cuidados, relações parentais e profissionais, novas estratégias pedagógicas para garantir a continuidade da educação, bem como tornou prioritário reformular a rotina e adotar medidas sanitárias contínuas. Diante de tantas mudanças realizadas rapidamente, com pouco ou nenhum tempo para planejar e implementar ações objetivas e assertivas, as contendas familiares entre gerações, a convivência, o medo da pandemia e suas consequências tornaram-se em alguns momentos fatores prejudiciais à saúde mental e exacerbaram conflitos de toda natureza. A mediação de conflitos, técnica dialógica que tem por objetivo mapear os motivos geradores do conflito e propor desenlace e encaminhamentos que solucionem ou minimizem o problema, também passou por ajustes para seguir auxiliando a pessoa idosa e sua família em tempos de distanciamento social.

As publicações que tratam do tema ainda são incipientes, e difundir a mediação de conflitos é um caminho para que profissionais tomem contato com seus benefícios, indiquem e participem do processo quando possível. A mediação é também uma forma de cuidado, portanto, mediar é preciso.

 

Referências bibliográficas:

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